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Rumo tem lucro líquido três vezes maior em 2019

 

O volume transportado pela Rumo em 2019 cresceu 6,6% frente a 2018, atingindo 60,1 bilhões de TKU (Toneladas por Quilômetro Útil). Com isso, a receita líquida totalizou R$ 7 bilhões, valor 7,6% maior do que no exercício de 2018. No ano, a empresa apresentou lucro líquido de R$ 786 milhões em 2019 – número cerca de três vezes maior que o resultado alcançado no ano anterior.  A Rumo informa que 2019 apresentou volatilidade em razão de condições de mercado e por restrições operacionais da companhia. Segundo a Rumo, a safra antecipada de soja permitiu fortes volumes no mercado a partir de janeiro, e por todo o primeiro trimestre. Porém, por conta de restrições operacionais em fevereiro e em março, a Rumo apresentou crescimento limitado no período.

 

“O segundo trimestre foi marcado por condições de comercialização desfavoráveis para a soja, em função da menor demanda chinesa, que refletiu na queda das exportações em abril e maio. Mesmo com ganho de market share pela Rumo no período, houve redução dos volumes transportados. A safra recorde e antecipada de milho, que trouxe volume ao mercado já em junho, permitiu forte crescimento das exportações durante o segundo semestre, com exceção de dezembro. O volume de milho da Rumo cresceu 17% de julho a novembro, mais do que compensando a queda de soja, porém as exportações mais do que dobraram no período, diminuindo significativamente a disponibilidade de milho para dezembro”, informa a empresa em seu balanço anual. 

 

A Operação Sul apresentou retração de 1,8% no volume transportado no ano passado, alcançando 14,5 bilhões de TKU. O resultado de 2019 reflete a queda de 4,2% no volume de produtos agrícolas, principalmente de soja e de açúcar, em razão do cenário desfavorável para exportação das commodities, ainda que parcialmente compensado pelo volume de milho. Os produtos industriais cresceram 4,7% em função do crescimento de 11,7% no transporte de combustível. 

 

“Para 2020, ainda existem incertezas quanto à demanda internacional por grãos, e por isso o mercado pode apresentar maior volatilidade no curto prazo. No entanto, os fundamentos de longo prazo do nosso negócio permanecem inalterados. Acreditamos no potencial do agronegócio do Brasil e no crescimento da demanda por grãos no mercado global. A melhora da atividade econômica do Brasil e a expansão da nossa área de atuação em Goiás e no Oeste do Paraná abre espaço para crescimento de volume e diversificação de cargas”, prevê Beto Abreu, presidente da companhia, no relatório anual.  

 

 

fonte: RevistaAmanhã


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